Talvez, a diferencia é que antigamente era apenas um lençol parecendo um fantasma e meu cobertor me protegia de qualquer monstro que aparecia de madrugada, hoje em dia, as coisas parece mais sérias, do tipo, 'o que seria de mim sem isso' ou 'nunca mais é muito tempo', essas coisas realmente assustam, mas no fundo no fundo é o mesmo medo do jacaré de antigamente, mesmo que naquela época eu acreditava que o mercúrio (que curava ferimentos sem arder) tinha esse nome pois era de algum material do mercúrio (planeta), nessa hora percebo que apesar de 'evoluir' não saímos do mesmo lugar!
Contradição
Há 15 anos
2 comentários:
Ai ca..
Despedidas nunca são boas, mas assim como o medo do jacaré, a gente supera a ausencia de quem se vai.. e superar nao é esquecer, é aceitar, é entender, e enfrentar.
Mas descordo de vc qndo diz que somos os memos, antes nao tinhamos maturidade pra encara sozinhas o jacaré.. e hj? Não precisamos mais do cobertor!
te amo
beijoos
A cá usava drogas pesadas quando criança.
Pior que crescer só perceber que crescemos.
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